segunda-feira, 16 de abril de 2012

- Mãe, você é forte?
- Sim, sou forte como um leão!
- Não, mãe. Você não come os bichos, não come o leão.
(...)


(Por você, meu amor, eu até viro um leão).

quinta-feira, 8 de março de 2012

Hoje eu queria...

Fazer um bolo, testar receitas, cuidar de uma horta, subir em uma árvore, curtir integralmente Luiz Eduardo, saber o que se passa na vida de cada um dos meus amigos, enfeitar a casa para a páscoa, abraçar calmamente meu marido, descobrir o mistério da vida, mergulhar em Fernando de Noronha, passar um dia sem nenhuma pressa, me aproximar da natureza, procurar um caminho diferente, num dia lindo, numa paisagem desconhecida, e me perder, e me achar. Não gosto de campo, sou urbana, gosto do som dos carros, da agitação da cidade, de andar em ruas. Mas hoje eu queria ar, terra e tempo infinitos.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Árvore.


A última vez que estive em São Paulo, levei Dudu em Dr. Alois Bianchi, que foi o pediatra de Tiago. Minha sogra sempre me contava do jeito peculiar dele de atender filhos - e mães, principalmente. Pegamos um táxi e chegamos em cima da hora da consulta, Dudu chegou dormindo. Conversamos sobre todo o histórico de Luiz Eduardo e ele ouvia atento. Depois Dudu acordou e eles prontamente se entenderam. Levei várias broncas, uma delas quando disse que ele ainda chupava chupeta por culpa da mãe. "Risque a culpa do seu vocabulário!". Para orgulho e felicidade do pai, ele pesou Dudu na mesma balança que pesava Tiago. A consulta vale cada centavo. Ele sempre nos atende quando ligamos aqui de João Pessoa (detalhe: não tem celular, mesmo assim retorna em cinco minutos). Dona Elda me disse que uma vez ele ligou de uma em uma hora pra casa dela, durante a noite, até chegar a madrugada, uma devoção de alguém apaixonado pelo que faz. No fim, a nossa receita. Levar ao dentista. Natação. Plantar uma árvore. Árvore? Como assim? Ele percebeu, naquela consulta, que Dudu estava com exatamente um metro. E sugeriu que plantássemos uma árvore para que ele pudesse chamar de sua e crescer junto. E ainda completou: "Não pode ser uma árvore mixuruca, hein, Nívea? E tem mais, chame toda a família!". E assim foi feito. Aproveitei Marina, sobrinha de Tiago aqui, e plantamos um ipê no quintal do escritório. Teve lanchinho, decoração precária, feita com uma cartolina. Pode não ser muito para alguns; para mim, é como se estivesse espalhado um pouco de poesia nesta vida. 

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Tal mãe, tal filhos

O blog está abandonado, quase às moscas, kkkk. A minha intenção era que ele pudesse ser um ponto de encontro entre a gente, de forma que cada um podia expor suas novidades, o que anda fazendo de bom na vida.

Não consigo, entretanto, mandar um convite para que vocês possam alimentá-lo.

De todo jeito, como criadora, me sinto na boa obrigação de fomentar os posts. Juro que vou fazer isso de forma mais assídua. Para este post de "reinauguração", trago uma foto da minha companheira de trabalho, com quem eu espero ficar muito rica: parece Meg Ryan, sendo que muito mais linda, fashion, discreta, viciada em shake, com um caráter irretocável.

Uma foto de Tatiana e dos seus dois príncipes - tal mãe, tal filhos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Doutora médica.

Para orgulho e tranqüilidade da nossa família, cujos médicos vivem a muitos mil quilômetros de João Pessoa, semana passada Lígia se formou em Medicina, numa super festa na Domus Hall. Apesar de não ter podido prestigiá-la, sou toda orgulho dessa médica fashionista com cara de paquita, que só não é perfeita porque tem um namorado são paulino.
Que bom que agora temos a quem recorrer num perrengue com os rebentos, não acham? Eu e Tatiana, pelo menos, não hesitaremos em lançar mão! Muito sucesso, Liginha.

Para a minha prima-irmã.


Nossas curtas férias eram muito aproveitadas: fazíamos piqueniques no jardim na casa de painho, pegávamos onda em Manaíra com hipoglós no nariz, quando o mar ainda era límpido ali. Eu passava anos esperando ela chegar e, quando ela chegava, ainda tinha de dividi-la com Mila, kkkkk. Éramos um belo trio. Hoje somos mães. Nesse intervalo entre nossa infância e vida adulta, posso afirmar que minha admiração só aumentou, porque Ivana traz com ela características singulares: uma beleza inigualável e aquela gentileza permanente, que nunca sai de moda. Dia 31 ela fez aniversário e eu sempre lembro, mas quase nunca ligo. Com esse post, meus desejos de uma vida maravilhosa, cheia de amor e de muito sucesso.